quinta-feira, 4 de novembro de 2021

CUIDEI DO MEU AMIGO BÊBADO

Esses dias eu estava bebendo em um barzinho perto da faculdade com o JV, esse meu amigo que é bem gatinho, pelo menos ao meu ver, magrelo, branquinho e loirinho, cara de muleque pirocudo, mas eu não tinha como saber, ele é hétero e sabe que sou gay, mas nunca se deixou levar pelo meu papo, sempre deixou claro que era só amizade e que não tinha preconceito. Mas isso não me impedia de bater uma pensando nele ou reparar no corpo dele quando ficava sem camisa, mas ficava só no pensamento... Nesse dia percebi que ele estava bebendo demais e falei pra ele pegar leve, acho que ele tava com problemas com uma menina que tava ficando e tava se apaixonando, ele não quis falar muito mas bebeu bastante. Já no final da noite ele estava bem mal, derrubando as coisas na mesa e trocando passos ao andar, falei que era melhor a gente ir embora e ele disse que tinha deixado o carro em uma rua próxima, eu disse que não ia deixar ele dirigir daquele jeito e que ia pedir um uber, ele falou que estava bem pra dirigir, mas me pediu ajuda pra caminhar até o carro. Falei decido que não ia deixar ele voltar dirigindo então ele perguntou se eu não podia levar ele até em casa. Aquilo me pareceu uma ótima ideia, peguei o JV por baixo do braço e a gente entrou na ruazinha deserta onde ele havia estacionado, quando chegamos ao carro ele se apoiou em um muro e sem cerimônia puxou o pau pra fora... pra mijar. Era um pauzão mesmo, como eu achava, rosado e com pentelinhos loiros, as bolas grandes e vermelhinhas. Já fiquei doido pra mamar e comecei a pensar o que faria, não sei se ele tava me dando algum sinal, ele nunca tinha mostrado o pau assim na minha frente, ou se só tava bêbado mesmo e eu tava sendo um péssimo amigo. Ele terminou de mijar, balançou o pau e entrou no carro, se jogando no banco do carona e fechando os olhos, eu já tava de pau duro e entrei no carro, dirigi até o prédio dele e de vez em quando dava uma olhada pra mala dele, pensando no que faria pra dar uma chupada naquela rola. Mas ele tava realmente mal e pediu pra eu abrir a janela pra vomitar, foi meio brochante e eu, decidido, tirei aquela ideia maluca da cabeça. Chegamos ao prédio e ele pediu ajuda pra chegar ao quarto, entrei com ele no elevador ainda segurando ele por baixo do braço, o corpo dele quente colado no meu, o cheiro de macho nas roupas. A gente chegou no apartamento e ele disse pra não fazer barulho que os pais estavam dormindo, a gente passou pela sala na ponta dos pés e eu abri a porta do quarto dele de fininho, pra não fazer nem um ruído, só não esperava a visão que tive no quarto!

Um muleque sentado na frente do pc com o short arriado no meio das coxas batendo uma punheta violenta num pirocão latejando de duro. Era o Pedro, irmão mais novo do JV, eu nem lembrava que eles dividiam o quarto...

O Pedro tomou um susto e tentou da melhor maneira levantar o short, esconder a rola e fechar a janela do pc, eu havia entrado primeiro e o JV não viu a cena, mas o quarto estava com aquele cheiro de piroca no ar que não tem como disfarçar.

- Eae Pedro - eu disse com um sorriso amarelo.

- Eae - ele falou todo envergonhado, ficando vermelho - o mano bebeu muito?

Essa foi a deixa pro JV se contorcer e vomitar no tapete do quarto. O Pedro deu um pulo e se levantou pra me ajudar com o JV, e como estava sem cueca não tinha como esconder a barraca armada no shortinho xadrez de dormir. O Pedro é uma guri grandão, meio gordinho com um pézão, ele deixava o cabelo comprido, loiro meio cacheado, mas eu nunca tinha reparado nele.

- Vamo botar ele no banho - ele me disse e me ajudou pegando o JV pelo outro braço, a gente levou ele até o banheiro e ele falou - Vai tirando a roupa dele que eu vou limpar o quarto.

Eu fiquei meio sem jeito, o JV só tava em pé pq tava escorado na parede, falei:

- Vou tirar sua roupa - e ele prontamente levantou os braços, puxei a camiseta dele pela cabeça revelando a barriga e o peito dele, bem bonitos da academia, além das axilas com os pelos loiros e o cheiro de macho, tentei desviar os olhos e fingir que tava tudo certo, tirei o cinto dele e abri o zíper da calça, ela caiu aos pés dele e o filho da puta tava de cueca branca, o pauzão fazendo o maior volume, eu me ajoelhei na frente daquela delícia pra fazer a calça passar pelos pés dele, quase dava pra sentir o cheiro da cueca e eu doido pra cair de boca, mas me segurei e levantei, liguei o chuveiro e botei ele no banho. Assim que a água caiu a cueca ficou transparente mostrando a rola por baixo e a bunda pequena mas bem redondinha, eu fiquei de pau duro na hora mas não abusei dele, ajudei ele a ficar de pé de boa, mas não sei pq o pau dele foi endurecendo, eu me controlando e o pau dele ficando cada vez mais duro, até estar estalando e repuxando a cueca.

- Desculpa aí - ele conseguiu falar com a voz enrolado mostrando a caceta na cueca branca - Foi sem querer.

Eu falei de boa, que ele tava bêbado, e ele falou:

- Quer mamar?

Meu coração disparou e meu pau pulou na cueca, não sabia se ele tava brincando ou se era a bebida, ele baixou um pouco a cueca e tirou o pau pra fora, era um mastro grande e grosso, todo rosinha com a cabeça vermelha, eu ia cair de boca quando o Pedro entra dizendo que trouxe a toalha, o JV guardou a pica e eu ajudei ele a sair debaixo do chuveiro. O Pedro me deu uma toalha e ficou com outra e a gente começou a passar no corpo molhado do JV, então o Pedro pergunta:

- Pq não tirou a cueca dele? Não era pra molhar... - e baixou a cueca do irmão, o pauzão pulou pra fora balançando e o Pedro começou a enxugar a rola do irmão com a toalha, o putinho ainda falou rindo - Tá todo mundo de pau duro. Ele enrolou a toalha na cintura do JV e a gente voltou pro quarto, ele havia tirado o tapete sujo e passado um pano, então ele tirou a toalha do irmão e o ajudou a deitar na cama, no beliche que eles dividiam. O JV ficou deitado com o pau amolecendo e o Pedro cobriu ele com um lençol, não demorou e ele tava cochilando.

- Quer bater punheta? - o Pedro perguntou.

Eu dei um sorriso safado e disse que sim, tava doido pra bater uma. A gente foi pra frente do pc e o Pedro abriu a janela que havia fechado quando cheguei, era um guri gatinho comendo uma novinha, eu já tava com o pau super duro então não me importei de ser pornô hétero, até pq o menino era gostosinho, mas o Pedro disse:

- Como tu é viado, eu escolho esse e tu escolhe o próximo - eu ri e concordei, sem cerimônia o menino baixou o shortinho até os joelhos e afastou as pernas pras bolas se acomodarem melhor, o mesmo cheiro de rola de antes subiu pelo quarto, ele começou a bater punheta e eu fiquei assustado com o tamanho do pau pra idade dele, acho que ele tinha puxado o irmão, o saco era grande e quase não tinha pelos, e ficava pulando com a punheta dele. Eu tirei a calça jeans e a cueca e comecei a bater punheta também, de vez em quando ele olhava pro meu cacete e eu olhava o dele, e também olhava por cima do ombro pra ver se o JV ainda tava dormindo. O vídeo acabou e ele disse:

- Coloca uma viadagem agora - Eu fui certeiro num vídeo desses em que dois amigos começam a se punhetar na webcam, o Pedro deu um sorriso e disse - É disso que tu gosta?

Então ele colocou a mão no meu pau e começou a bater pra mim, peguei no pau dele que tava pulsando e tava todo babado, passei aquela porra na cabeça do pau dele e fiquei punhetando, ele começou a gemer baixinho e bater cada vez mais rápido pra mim, eu puxava o pau dele até a base e ficava balançando, a rola dele latejava, parecia que ia explodir, a gente ficou nessa até acabar o vídeo.

- Tua vez - falei. A gente largou a piroca um do outro e ele colocou um vídeo de uma garota solo se exibindo, falei pra ele que não tinha graça e ele falou - Olha a bunda dela, não é gostosa?

- Prefiro bunda de macho! - eu disse sacana.

- Não acredito! - ele disse se levantando e apoiando as duas mãos na mesa do pc e empinando o rabo - Tu acha isso mais gostoso que a bunda dela?

Eu fiquei louco, por ser gordinho e grandão ele tinha um bundão liso, branco e empinado, passei uma mão na bunda dele sem parar de bater punheta.

- Que raba gostosa! - falei dando um tapa na bunda dele, que ficou vermelha com a marca da minha mão. Nesse momento a mulher do vídeo abria a bunda com as duas mãos mostrando o cu, o Pedro disse - Olha esse cu gostoso!

E eu falei que apostava que o dele era mais gostoso. Ele riu e arrebitou mais a bundinha, com as duas mãos abriu a bunda igual a modelo no vídeo, me mostrando um cuzinho rosa com os pelinhos loirinhos bem ralinhos, eu já não me aguentava mais e ajoelhei na frente da bunda dele, dei um beijo no reguinho do guri e caí de boca no cu dele, o cheiro de cuzinho de macho encheu meu nariz e eu só queria lamber ele e meter a língua cada vez mais fundo, ele gemia e suspirava e segurava a bunda pra eu meter a cara, eu continuava batendo punheta e ele começou a rebolar esfregando o rabo na minha boca e no meu nariz, eu chupava, sugava e mordia o cu e a bunda desse putinho. Ele então virou de frente e botou o pau na minha cara, eu abocanhei a vara dele de uma vez até o saco, o gosto de porra era muito bom, fiquei mamando e o pau dele babando na minha boca, coloquei um dedo na entrada do cu dele e fui metendo, foi entrando e ele metia fundo a pica na minha garganta, eu sufocava um pouco e metia o dedo com vontade no cu dele. Parei ele chupar e me levantei dizendo:

- Vou comer teu cu!

Ele virou de costas e falou:

- Me fode! - olhei sobre os ombros e o JV continuava dormido bem tranquilo.

- Tu já deu o cu? - perguntei no ouvido dele.

- Não, mas já meti uma piroca de borracha da mamãe.

Eu cuspi no meu pau e passei no cu dele, o putinho empinou a bunda e ficou rebolando na cabeça do meu pau, ele foi relaxando e eu fui enfiando, às vezes ele pedia pra parar e depois a gente ia metendo de novo, até que minha rola tava toda enfiada no cu dele e nossos sacos se tocavam, puxei ele pelo cabelo comprido e dei um beijo na boca dele, falei:

- Quem é o viaidinho agora?

No que ele disse:

- Tua boca tá com gosto de cu.

Eu meti com toda vontade nele, o cuzinho virgem era apertado mas um pouquinho acostumado com ele enfiando o vibrador da mãe, ele gemia, suava e rebolava, pedia pra meter mais fundo, batia punheta e pegava nas minhas bolas por baixo do cu dele. Eu via meu pau sumir naquele bundão gostoso e olhava pro JV às vezes, o que ele ia dizer se acorda e me pega torando o cu do irmãozinho dele. Eu mordia a orelha do guri e ele sussurrava "me fode, me fode". Falei que ia gozar e ele bateu punheta mais rápido, enchi o cu dele de porra e ele gozou sobre o teclado, o cu piscando e apertando meu pau. Quando tirei a rola de dentro dele estava limpinha, sem uma gota de porra, o cu dele havia engolido tudo.

Ele levantou o shortinho e eu vesti minha roupa, falei que já ia embora e ele me pediu meu wts, "pra conversar", dei uma última olhada no JV e saí.

Então essa foi a vez que meu amigo ficou bêbado e eu acabei fodendo o irmãozinho dele.

Quando cheguei em casa o putinho tinha me mandado foto do irmão dormindo pelado com a rola dura, mandei mensagem perguntado o que ele tinha feito pra deixar a piroca do irmão daquele jeito.

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

PROVOQUEI MEU NOVO GENRO

Sou Ronaldo, tenho 48 anos, sou bem alto, corpo normal, peludo, cabelos escuros e uso barba curta. Sou pastor de uma igreja. Sempre escutamos e procuramos orientar os frequentadores. Um dia ouvi uma mãe conversando com o outro pastor sobre o filho dela, Sandro. O rapaz estava ao lado dela, era bem branquinho, corpo gostoso, cabelos castanhos claros, rosto delicado, muito bonito. Ela achava que ele estava fora do caminho e queria que ele passasse a ir na igreja. Fingi que não escutei e quando eles retornaram, me aproximei. Conversei e fiz questão d convidar para ele participar de algumas atividades comigo. Sandro devia ter uns vinte anos e com certeza curtia uma rola, embora fosse bem discreto. Não parava de olhar para meu volume, me fazendo ficar de pau duro. Disfarçamos. A mãe marcava em cima e eu não queria me expor. Sempre comia uns viadinhos, me amarro em cu de boy, mas, ele era diferente, valia a pena manter, era cu para comer sempre.

Minha filha frequentava a igreja e em pouco tempos eles já eram amigos e eu imaginava o que ia acontecer: os amigos incentivaram eles a namorar e eles começaram um namoro. Ele até gostava dela, mas, era óbvio que ele queria agradar a mãe, pois, gostava mesmo de macho. Eu ficava cada vez mais doido para experimentar aquela bunda e uns dois meses depois, ele foi jantar lá em casa.

De noite, Sandro chegou. Estava com uma bermuda e uma camisa polo. Dava para perceber o seu peito, o desenho dos ombros e dos braços e a bunda empinada. Thaiane e minha esposa estavam na cozinha preparando o jantar e, como estava calor, ficamos na varanda de casa. Comecei a provocar ele, alisei meu pau, ajeitei na cueca e deixei ele duro. O rapaz olhava nervoso e vi que estava com tesão, também. Tive certeza que ia rolar, era questão de oportunidade. Jantamos, jogamos conversa fora e ele foi embora. Naquela noite toquei uma punheta pensando naquela boca mamando meu pau grosso e eu metendo naquele rabo, queria arrombar ele com minha tora, fazer dele minha puta. Gozei muito.

Sempre que eu podia, eu provocava ele, até que uma dia minha filha disse que ambos estavam trabalhando, sabiam que se gostavam e que iam se casar. Eu disse que era muito cedo, mas, ela insistiu e disse ter certeza que era o que eles queriam. Com isso, passei a conviver mais com Sandro. Eles iam morar na minha casa até acabar a obra da casa deles nos fundos da minha. Eles começaram os preparativos e fui com ele comprar os móveis de casal. A primeira oportunidade apareceu. Era sábado, saímos da igreja e fomos na loja. Entramos no carro e ajeitei a rola, olhando para ele. Ele desviou o olhar, mas ficava olhando de lado para mim. Era todo tímido e isso me deixava mais excitado. Falei algumas sacanagens sobre lua de mel e disse que gozei muito, que meti na minha mulher a noite inteira e que era para ele fazer minha filha feliz. Ele perguntou se minha esposa tinha gostado e falei uns detalhes da foda e da minha rola, que era grossa e tinha machucado ela um pouco, mas, que ela tinha gostado. Ele estava visivelmente nervoso!

No domingo minha mulher e minha filha tinham ido na casa da tia ver bolo, docinhos etc e iam ficar o dia todo e o combinado era de eu ir busca-las no final da tarde, quando ligassem, porque era longe. Sandro chegou lá em casa logo depois do almoço. Claro que ele sabia que elas não estavam. Fiquei surpreso e ao mesmo tempo animado: ele estava a fim de uma sacanagem.

Sandro entrou e sentamos na sala. Eu tava sem camisa, só de bermuda de moletom e sem cueca. Sentei de pernas abertas para provoca-lo. Ele conversava qualquer coisa até que botei o pau para fora, duro que nem vidro. Bati com o pau na barriga e disse para ele vir mamar, pois, sabia que era isso que ele queria. Meu genro não pensou duas vezes, se ajoelhou e caiu de boca no meu pau. Chupava tanto que parecia que queria engolir, lambia, cheirava e metia na boca de novo. Perguntei se tinha muito tempo que ele não chupava e ele disse que nunca tinha chupado, que só tinha segurado o pau do primo e a mãe pegou, levando ele para igreja e que o resto eu sabia. Era melhor do que eu imaginava! Era virgem e sedento por um caralho. Deixei ele chupar como ele queria e o instinto do rapaz era bom, ele sabia mamar! Coloquei ele de joelhos e me levantei. Esfreguei a rola na cara dele e bati com ela naquele rosto lindo. Ele estava todo submisso, ia ser um bom passivo. Mandei ele lamber meu saco e ele alisava minhas pernas, dizia que era melhor do que imaginava, que tocou várias punhetas pensando em mim. Levantei ele e dei um beijo, lambendo seu rosto e sua boca, apertando seu corpo contra o meu e ele se entregava todo. Apertei a bunda, beijei o pescoço e mordia todo seu corpo esguio e liso, a pele ela macia e gostosa. Chupei os mamilos cor de rosa dele até virar ele de costas e encostei meu pau na bunda roliça dele. Ele tinha a bunda lisa, redonda, empinada e doida por uma rola! Beijei sua nuca, apertei seus mamilos e sua cintura e o safado empinava o cu, esfregando no meu pau. “- Que sogro gostoso, vai sogrão, me deixa louco, vai, tira prazer do seu genro!” falava Sandro, baixinho. Meti os dedos na boca dele que começou a lamber, me dando mais tesão ainda. Com o dedo cheio de saliva dele, desci e encontrei seu cuzinho quente e liso, uma delícia. Passei em volta, senti todas as pregas, cuzinho virgem e apertado, por pouco tempo rsrsrsrs.

Meu pau estava mais duro que pedra e o piruzinho dele escorria um palmo de baba de tanto tesão que o putinho estava. Tentei enfiar um dedo, bem devagar. Ele empinava a bunda, mas, não estava relaxado o suficiente, só o tesão não bastava! Coloquei ele de quatro no sofá, abri sua bundinha linda e olhei para aquele cu rosa e liso, pronto para mim. Caí de boca, lambendo suas preguinhas. Ele se contorcia e pedia mais! Eu apertava sua bunda, metia a língua no cuzinho quente que piscava para mim. Esfreguei meu queixo de cima a baixo no rego de Sandro e ele gemia, pronto para dar. Falei que ia meter e ele, todo submisso, fez que sim com a cabeça. Encostei o pau no buraquinho rosa e forcei. Ele gemeu, rebolou e empinou e meti. Ele gemeu alto, tentou sair e eu segurei entre meus braços. Falei no seu ouvido: “- Fica quietinho, seu puto, sente meu pau entrar, vou te arrombar bem gostoso, meu genro safado.” Sandro disse que era muito grosso, para eu ir devagar, na verdade ele estava adorando a ideia de ser arrombado. Deixei o cu dele bem lubrificado com minha saliva e comecei a meter. Ele gemia, chorava e pedia mais. Sentia as pregas dele abrindo em volta do meu cacete, o cu mais apertado que eu já tinha metido. O pau já estava pela metade e ele estava relaxando. Dizia que doía muito mas que estava gostoso e foi assim que meti o que faltava de uma vez. Meu saco bateu no dele meu pau estava todo dentro daquele cu apertado. Ele gemeu alto, se contraiu todo. Lambi suas costas e sua nuca e ele começou a mexer o rabinho, rebolando para mim. Ele de quatro no sofá e eu em pé atrás, rompendo as pregas do cu virgem de Sandro. Comecei a meter em um vai e vem safado e gostoso, ele mordia meu pau e comecei a ir mais rápido. Antes da cabeça sair, eu metia de novo e fui metendo mais forte. Ele mandava eu fazer tudo com ele. Eu metia com força, olhava para baixo e via meu pau todo atolado no cuzinho dele, que já sangrava. Sandro disse que estava perto de gozar, meu genro ia gozar pelo cu, sem tocar no pau e jorrei meu leite dentro daquele rabo arrombado por mim. Sandro gozou dizendo que estava sentindo meu pau inundando ele por dentro.

Terminamos a foda. Sandro estava cansado, suado e com as pernas bambas. Tirei meu pau devagar e vi o estrago: seu cu estava arrombado, sangrando e escorrendo meu leite. Ele correu para o banheiro. Fique escutando atrás da porta ele despejar meu leite no vaso. Meu pau estava sujo de sangue e porra. Entrei no banheiro e fui para o box e chamei ele. “Vem com o sogro, vem, daqui pra frente você vai ser minha puta fixa, só você.” Falei dando um beijo e metendo minha língua na sua boca.

Eu estava louco pelo meu genro e ele por mim. Adorava estar com ele, sempre submisso, safado e gostoso.

Faltava pouco para o casamento e queria meter nele todo dia e ensinar ele a fazer do meu jeito. Ele me mamava muito gostoso, mas, não tinha muita prática quando levava leite na boca e passei a ensinar. Sandro era ótimo aprendiz. Com a boca cheia, às vezes cuspia, às vezes tentava engolir e se engasgava, até que pegou jeito. Meu genro me chupava e tirava meu leite e ainda brincava com ele na boca. Engolia tudo e adorava o gosto, dizia que tanto o gosto quanto a sensação que ficava depois, era muito bom. Esse gosto salgado com ácido deixava ele louco, não deixava uma gota escapar. A gente se encontrava e logo em seguida ele se ajoelhava e chupava minha rola, batia com ela na cara e gostava de levar uns tapas também. De vez em quando tinha que dar um tapa na cara dele para parar de chupar e deixar eu meter, o puto fazia de propósito, só para levar na cara.

A gente sempre arrumava um jeito de fuder e ninguém imaginava! Realmente tinha virado minha putinha, chupando do jeito que eu gosto e com o cu pronto para o meu pau. Eu gostava de ser o único macho que ele tinha experimentado.

No dia do casamento, Thaiane foi se arrumar na casa de uma amiga e a mãe foi junto. Sandro foi lá para casa e íamos encontrar com os pais dele na igreja. Antes de ele colocar o terno, coloquei ele em pé e fui lambendo todo seu corpo gostoso. Passava a língua nos seus pelinhos dourados, virei de bunda pra mim. Abri e lambi aquele rabo gostoso, só meu. Dei uma lubrificada no meu pau e fiz ele sentar, de costas para mim. Sandro foi sentando, deixando meu pau escorregar lentamente dentro dele. Ia se apoiando nas minhas pernas, segurando para não entrar tudo de uma vez. Mesmo dando sempre, ele reclamava um pouco. Cu jovem era assim rsrsrs, ainda bem, sempre apertadinho. Meu pau entrou todo e ele jogou a cabeça para trás, sobre meu ombro. Eu alisava seu corpo, seu pescoço, passava a mão entre suas pernas, sentindo seu cu aberto com meu pau dentro. Alisava seus mamilos que eram deliciosos, rosinhas, macios. Uma vez tinha deixado marca de chupão na pele tão clara e delicada. Sandro gemia e falava: “- Meu sogro gostoso, mete, enfia no teu genro, meu macho, fode sua putinha, adoro esse pau grosso!”. Isso me deixava latejando de tesão!

A foda estava tranquila, gostosa, com ele sentado de costas e eu esfregando meu peito peludo nele enquanto ele se contorcia e rebolava. Começou a mexer, apertar o cu e gemer. Não aguentei. Coloquei ele de quatro e meti com força. Ele gemia e pedia mais. Meu pau entrava e saía de dentro dele, faltava pouco para o gozo e para o casamento também e tive uma ideia: ele ia casar com meu gosto de porra na boca, já que ele tanto gostava do salgadinho ácido, como ele falava. Tirei o pau do cu, fiz ele sentar e abrir a boca. O bezerro obedeceu a engoliu tudo, escorreu somente um pouco pelo canto da boca, que eu peguei com o dedo e fiz ele lamber. Disse que não queria que ele lavasse a boca nem bebesse nada. Ele ia casar com o gosto do meu esperma na boca e o puto adorou a ideia!

Nos vestimos e fomos para igreja. Antes de sair do carro ele fez questão de que eu sentisse o cheiro da boca dele e, realmente, tava lá o hálito de rola e leite de macho. Minha putinha!

Depois teve a festa. Foi muito bom, minha filha era a pessoa mais feliz do mundo, estava casando com o carinha que ela gostava e a família toda adorava ele!

Depois da festa, eles iam para um hotel passar a noite e no dia seguinte iam viajar. Claro que eu não ia deixar só nisso.

Íamos ficar uma semana sem nos ver e eu já tava puto só de imaginar em ficar sem o cuzinho rosa do meu genro. Os convidados foram embora e ficamos em casa. Minha filha foi se arrumar e preparar as coisas. Tinha que arrumar um tempo para nós. Logo arrumei uma solução, falei que ia dar mais um dinheiro para eles e que ia sacar no 24 Horas. Enquanto Thaiane arrumava tudo com a mãe, pegamos o carro e fomos na igreja, eu tinha a chave. Entramos e parti para cima. Fiz ele me prometer uma coisa: que quando fosse para cama com minha filha para a primeira noite, eu estaria lá com eles, só que de outro jeito, ele ia levar minha porra dentro dele. Mais uma vez ele adorou a ideia e disse que ser mais gostoso ainda meter nela e sentindo seu cuzinho aberto e melado, e assim foi. Meti em pé mesmo, segurando ele pela cintura, batendo meu corpo contra o dele, tirando todo o pau e metendo de novo de uma vez. O gozo veio chegando e o fato de imaginar ele comendo minha filha cheio de leite me deu um tesão louco, imaginei seu cu escorrendo enquanto ele metia nela e jorrei muitos jatos nele. Meu genro também gozou, falando que eu era o macho dele, o melhor sogro do mundo. Retirei o pau devagar e ele foi contraindo o cu. Gozei bem lá no fundo e ele disse que ia segurar tudo. Voltamos para casa.

Finalmente eles saíram. Imaginei o cu dele cheio, sentado no banco do carro. Na hora de dormir minha esposa veio toda querendo rola, mas, eu já tinha gozado duas vezes com Sandro, estava um pouco cansado e ao mesmo tempo, ansioso.

No dia seguinte acordei. Tinha uma mensagem dele. Perguntei se podia ligar e ele disse que sim, Thaiane ainda estava dormindo. Ele disse que era só ela acordar e que iam para o aeroporto. Perguntei se tinha sido tudo bem e ele disse que sim, que ela adorou a foda, ele tirou a virgindade dela com todo carinho e deu muito prazer, lembrando da minha gala dentro dele. Falou ainda que, depois de gozarem, ela disse que tinha adorado! Toda dengosa, ela dormiu profundamente e ele foi ao banheiro e sentiu a porra escorrendo de dentro dele e que colocou na mão a porra já bem líquida, mas, com cheiro forte, o que ele adorava. Disse que tocou uma punheta com os dedos brincando no cu melado. Acabamos tocando uma punheta juntos, pelo telefone. E assim eles viajaram e voltaram uma semana depois.

Mantemos o nosso caso. Eles já têm um filho e somos muito amigos, ninguém nunca viu genro e sogro tão próximos! E a foda continua maravilhosa até hoje!

terça-feira, 26 de outubro de 2021

MEU ANUNCIO RENDEU UMA RAPIDINHA

Esta história aconteceu hoje, neste mesmo dia em que a escrevo, ou seja, dia 26 de outubro de 2021, e quem me comeu foi um jovem de 23 anos chamado Guilherme, que mora num bairro não muito distante de minha casa. Guilherme é mulato, tem cerca de 1,65m, 60kg, cabelos bem curtos cortados na máquina. Eu o conheci depois que ele respondeu a um anúncio que eu havia colocado na internet, me oferecendo para ser o ALOJAMENTO-DE-PIROCA e o DEPÓSITO-DE-ESPORRA de homens ativos. O anúncio dizia o seguinte:

“PASSIVO CASADO PROCURA PIRU-AMIGO (PA) DE HOMEM 100% ATIVO. Sou um homem casado com mulher, mas gosto muito de chupar piru e dar o cu. Estou procurando um homem 100% ativo (não curto versáteis) do RJ, experiente, se possível com local ou carro, para sexo real com sigilo e segurança, sem compromisso sentimental ou financeiro, podendo se tornar um parceiro fixo, o meu PA (Piru-Amigo). Eu sou branco, tenho 53 anos, 1,90m, 105 kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, bunda de média pra grande, com pelos nas pernas, na bunda e no tórax, boca gulosa e cu hospitaleiro. Eu gosto de ser SOMENTE PASSIVO e não curto beijo na boca. Sou bem discreto e não sou afeminado, mas entre 4 paredes adoro gemer bastante numa pica. Estou muito afim de pagar um boquete bem gostoso numa piroca dura e chupar com vontade até o macho gozar tudinho na minha boca. ADORO BEBER ESPORRA. Estou muito afim, também, de dar o cu, principalmente, em pé, ou de 4, ou sentando, cavalgando e rebolando na pica. Sinto um tesão enorme ao sentir a pica encostando na minha entradinha, forçando passagem e entrando em mim até se alojar toda dentro do meu burrão. Adoro sentir o vai-e-vem da pica entrando e saindo do meu cu, com o macho me segurando forte pela cintura e me xingando de tudo quanto é nome feio. Adoro ser tratado como puta e quero muito ser usado e abusado por um macho ativão que faça de mim o seu DEPÓSITO-DE-PORRA. Curto muito ser objeto sexual. Se você gostou do anúncio me manda um zap e a gente conversa melhor, ok? Mas só se for do RJ, 100% ativo e experiente. Homens com local ou carro terão prioridade. Um abraço a todos.”

Guilherme foi um dos vários homens que responderam ao meu anúncio e me mandaram um zap. Como ele insistiu muito acabei passando ele para o início da fila e hoje, por volta das 10 hs, peguei um Uber em direção a sua casa. Ele havia me dito que morava com os pais, mas que os dois estariam fora trabalhando.

Antes das 10:30 hs cheguei na rua onde ele mora e o informei pelo telefone. Não demorou e ele apareceu em um dos portões de uma das casas da rua e me acenou pra que eu fosse até ele. Fui rapidamente e passei pelo portão, entrando no pequeno quintal da casa, que também era uma garagem. Guilherme estava descalço, vestindo uma camisa estampada colorida e bermuda cinza. Eu estava vestindo camisa polo listrada de branco, preto e azul, calça jeans bem clara, cueca azul, meias branca e bota preta.

Assim que nos cumprimentamos entramos na casa e ele já foi se sentando no braço do sofá e abaixando a frente da bermuda, deixando livre a sua rola morena de cerca de 16 cm, ainda mole. Não querendo perder tempo e notando que ele estava um pouco nervoso com a situação, já que era a primeira vez que ele comia um homem maduro e, somado a isso, dentro de sua casa, me ajoelhei na frente dele, peguei seu pau com minha direita e abocanhei a cabecinha, começando por ali um boquete bem gostoso na piroca do jovem. Rapidamente a rola cresceu e endureceu na minha boca.

A pica de Guilherme era cheirosa e limpinha, do jeito que eu gosto, e cabia com perfeição dentro da minha boca, facilitando assim o meu trabalho de subir e descer com meus lábios por toda a extensão de sua vara morena. Enquanto eu trabalhava com minha boca Guilherme se limitava a gemer de prazer, ainda mais quando eu dava uma atenção especial para a cabecinha da sua rola e ficava sugando ela com prazer.

Ficamos um bom tempo assim até que ele quis comer o meu cu. Se levantando do sofá Guilherme me disse:

- Vai abaixando as calças que eu vou pegar a camisinha e já volto!

- Tá! – Me limitei a responder.

Enquanto ele estava fora da sala eu fiquei em pé diante do sofá, encostei meus joelhos nele, abaixei minha calça e cueca até a coxa, debrucei meu corpo para a frente e arrebitei o burrão, esperando o retorno do macho. Assim que voltou Guilherme me viu nessa posição e, parando atrás de mim, colocou rapidamente a camisinha. Nervoso, tentou algumas vezes se enfiar dentro de mim, mas não conseguiu, por falta de lubrificação na pica. Me pedindo pra esperar ele saiu novamente da sala e retornou dessa vez com um pequeno sachê de gel lubrificante.

Depois de lubrificar a rola e o meu cu o jovem tentou novamente se enfiar em mim e, dessa vez, conseguiu sem nenhuma dificuldade. Guilherme então me segurou pela cintura e passou a socar com força e profundamente a sua piroca dentro do meu cu. Apesar da pouca idade ele já é um mestre em comer cu de viado e me proporcionou momentos deliciosos de prazer, com sua pica entrando e saindo do meu burrão.

Em determinado momento eu pedi pra ele filmar a ação e, para isso, dei o meu celular para ele. Guilherme então passou a me filmar enquanto me passava a pica.

- Vai, fode meu cu, fode... Isso, fode gostoso... Ai, que piroca gostosa a sua... Caralho, que delícia de piroca... Fode meu cu, fode... Fode mais, fode... Isso, fode gostoso... Puta-que-pariu, que piru gostoso o seu... Caralho... Fode o cu do lauro, fode... Isso... Assim... Que delícia...! – Ficava eu gemendo na pica do novinho.

Guilherme ficou também um bom tempo assim me comendo até o momento hora que quis gozar. Nesse momento ele se desatracou de dentro de mim, voltou a se sentar no braço do sofá, eu me ajoelhei na frente dele, ele tirou a camisinha e passou a punhetar a rola. Quando chegou o momento de jorrar o leite ele botou o pau na minha boca e eu passei a mamar com vontade de piroca dele até que senti os primeiros jatos de porra enchendo a minha boca. Daí pra frente diminuí o ritmo do boquete e pressionei um pouco mais meus lábios contra a sua vara, ao mesmo tempo que procurava sugar o leitinho que saía do seu piru. Nesse momento o jovem só gemia enquanto jogava todo o seu leite na minha boca, o DEPÓSITO-DE-PORRA de machos.

Depois de gozar tudo o pau mole de Guilherme escapuliu de minha boca, eu engoli a sua esporra sem deixar escapar uma gotinha sequer, nós nos limpamos, nos vestimos e nos despedimos. Saí de sua casa e peguei um Uber numa praça próxima dali, voltando para a casa com o gostinho de da porra do novinho na minha boca.

Apesar de ter sido um lance rápido, foi bem gostoso e espero repetirmos em breve a brincadeira.